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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Exercício e peso: Cinco perguntas para acabar com muitos mitos



No que diz respeito à perda e manutenção de peso, os mitos são tantos quanto as respostas subjectivas. Até 14 de Maio, a equipa de investigadores da FMH, responsável pelos artigos Peso&Medida no Life&Style, debate as diferentes componentes da perda e manutenção de peso no âmbito das conferências “Como perder o peso sem perder o juízo”. Na sequência da primeira conferência deste ciclo, dedicada ao papel do exercício físico, o investigador Pedro Teixeira vai ao encontro das questões responsáveis pelas maiores frustrações relacionadas com o peso.
O exercício físico emagrece?
Sim, mas pouco. De forma isolada, ou mesmo em acréscimo aos efeitos de uma dieta, fazer exercício tipicamente contribuí com relativamente pouco peso perdido (2-3 kg). Isto é um facto comprovado cientificamente. O exercício pode ser mais eficaz, reunidas as seguintes condições: se a quantidade de exercício for muito elevada; se a pessoa for razoavelmente saudável e não tiver mais de 50 anos; se não for uma pessoa que responde mal aos efeitos do exercício; se estiver muito motivada (por boas ou más razões); e se conseguir adoptar um regime relativamente rigoroso e com bastante apoio (normalmente só possível em estudos científicos muito controlados ou contextos especiais como por exemplo o programa Peso Pesado, da SIC). Resulta disto que, para a pessoa comum, nomeadamente para a pessoa comum com obesidade, o exercício tem uma capacidade limitada de fazer emagrecer a curto prazo. E por isso não é oficialmente recomendado como forma privilegiada para induzir a perda de peso, quer usado como estratégia exclusiva ou como método principal. 
As pessoas têm expectativas irrealistas quanto aos efeitos do exercício no peso?
Sim. Considerando os efeitos positivos do exercício e da actividade física (e aptidão física) na saúde, na longevidade e no bem-estar, e também os seus efeitos no metabolismo e na composição corporal, os especialistas não têm sido suficientemente claros quanto ao seu papel, mais limitado, no emagrecimento. No entusiasmo de mensagens importantes como “Mexa-se, pela sua saúde”, a perda de peso tem sido incluída no pacote de benefícios de forma mais ou menos indiscriminada, o que não corresponde inteiramente ao conhecimento científico mais actual. Alguns programas televisivos, e até alguns estudos científicos realizados em condições muito particulares, acabam também por não ajudar a clarificar conceitos importantes para toda a população (não obstante terem aspectos positivos). Deste modo, a realidade de muitas pessoas que procura o exercício como solução rápida para perder peso é ver frustradas as suas expectativas. A isto segue-se, não poucas vezes, o abandono do exercício e de qualquer outra forma de actividade física, uma consequência que importa ao máximo evitar.
Mas a actividade física não ajuda a atingir um peso mais saudável?
Sem dúvida que sim. É recomendado por todas as organizações responsáveis como parte integrante de qualquer programa de gestão do peso a longo prazo. E deve mesmo estar presente desde o primeiro momento. Mas gerir o peso e perder peso não são a mesma coisa. Gerir o peso significa, entre outras coisas, perder alguma massa gorda (ou não ganhar) e preservar massa muscular, mesmo que o peso não se altere; compreender os limites e o intervalo saudável para o seu peso; conseguir concretizar objectivos de vida importantes, com qualquer peso; usar o corpo e cuidar dele com respeito, usufruindo de tudo o que ele pode oferecer; viver sem dor, falta de ar, ou outras limitações físicas por vezes associadas à obesidade. Tudo isto e mais pode ser potenciado com a ajuda da actividade física regular. Pessoas fisicamente activas tendem também a regular melhor a sua alimentação, a ver reduzidos sintomas de depressão, a demonstrar maior resistência ao stress e a melhorar a sua imagem corporal, factores que comprovadamente ajudam a normalizar o peso e/ou as suas consequências, sobretudo quando exercem os seus efeitos ao longo de vários meses ou anos.
As pessoas que já perderam peso têm de fazer muito exercício para assim se manterem?
Não. Segundo estudos realizados em Portugal e fora do país, muitas destas pessoas passaram a caminhar bastante mais. Outras, em menor número, praticam a corrida ou outro desporto. E algumas vão ao ginásio, onde adoptam uma variedade de actividades que geralmente apreciam. Muitas fazem bastante actividade física. Outras, quantidades relativamente pequenas. Mas praticamente todas fazem alguma actividade física “extra” ao longo de cada semana, às vezes todos os dias, em iniciativas organizadas ou de forma espontânea ao longo das suas rotinas diárias. E sabemos também que passam poucas horas sentadas a ver televisão. Tudo isto resulta num dispêndio energético relativamente elevado no final da semana, um factor importante na manutenção do peso perdido. Todas as formas de actividade física “queimam” calorias e contribuem para o equilíbrio energético. Muitas formas de actividade física contribuem também para metabolizar mais gorduras, melhorar a aptidão física e preservar a massa muscular. Mas, para perder peso, e especialmente para o manter, os “peritos da gestão do peso” só têm uma coisa em comum: encontraram uma fórmula individual, entre o que ingerem e o que gastam, que resulta para eles (mas pode não resultar para outros). Processo que, na grande maioria dos casos, não exige um esforço apreciável. 
Então mas qual é o melhor exercício para gerir o peso?
Não existe. O melhor é aquele exercício – ou melhor, aquelas formas de actividade física – com a maior probabilidade de serem mantidas no contexto da vida real de cada pessoa, ao longo do tempo (nota: a verdadeira gestão do peso mede-se em anos, não meses). Contudo, porque acumular actividade física e acumular calorias gastas é importante no contexto da obesidade, algumas actividades são um pouco mais eficazes que outras. Por exemplo, actividades cíclicas ou contínuas (como a marcha, a corrida, o ciclismo ou a dança) ou desportos como o futebol ou “bater bolas” no court de ténis gastam calorias a uma taxa relativamente elevada. Mas fortalecer os músculos no ginásio, incluir períodos de maior intensidade (subir e descer escadas ou fazer treino em séries), participar em actividades de aventura ou actividades no meio aquático também têm o seu lugar na gestão do peso. Por vezes oferecem experiências e benefícios que, para algumas pessoas, se revelam essenciais para se manterem activos. Muitas actividade físicas são fonte de prazer em si mesmas, ajudam a desenvolver competências novas, ajudam a atingir metas importantes e criam laços entre as pessoas. Algumas não fazem perder muitos quilos, mas dão mais vigor e energia aos “quilómetros” que percorremos. Porque gerir melhor o peso (como definido em cima) deveria significar gerir melhor toda a nossa vida, qualquer uma pode ser realmente o “melhor exercício”. 

Será a motivação só uma questão de “força” (de vontade)? Que implicações tem esta forma de olhar para a motivação para mudar comportamentos? O que nos ensinam os grupos de corrida e de caminhada sobre “preguiça” e “força de vontade”? Terá o slogan "Just do it” verdadeira aplicação como inspiração para “fazer” diferente? O que é a “motivação crónica”? Estas questões e outras relacionadas, incluindo perguntas da audiência, serão abordadas por José Luís Themudo Barata (médico e professor da Faculdade de Medicina da Universidade da Beira Interior) e Marlene Silva (psicóloga clínica e investigadora na Faculdade de Motricidade Humana) no Salão Nobre da Faculdade de Motricidade Humana, dia 11, às 18h15. A entrada é livre e sujeita aos lugares disponíveis. 
Consulte o programa completo das conferências Peso&Medida aqui.

Um exemplo !!! Muitos Parabéns Damião


Porque só se vive uma Vez! Damião da Silva Pacheco

O meu nome é Damião Pacheco, tenho 42 anos e venho aqui deixar o meu testemunho que tudo na vida é possível e que não acontece só em programas de televisão.
Em Julho de 2011 fui com a minha família de férias e pela primeira vez na vida senti vergonha de mim mesmo, não tenho qualquer problema em assumir, mas foram umas férias terríveis. Estava com 172 Kg, sim isso mesmo pesava 172 Kg, desde crianças a chamarem os pais e a comentarem: “oh pai olha aquele homem que gordo”, a ser o certo de atenções na praia, passei por tudo, mas foi aí que tudo mudou também.
Na viagem de regresso disse á minha filha que iria entrar num ginásio e que iria emagrecer, que estava cheio de ser o centro de atenções, e que ela iria sentir muito orgulho no Pai.
No dia 21 de Julho de 2011 entrei eu pela primeira vez no ginásio, e novamente senti o olhar das pessoas, mas eu sabia que tinha objectivos para atingir e que não iram ser os olhares dos outros sócios que me iam fazer desistir. Nesse mesmo dia caminhei 20 minutos na passadeira, a uma velocidade de 4, lembro-me que mal cabia dentro na passadeira afinal eram 172 Kg.
Sabia que a actividade física era importante, mas só por si não chegava, pelo que comecei a comer saudável, sim apreendi a comer saudável, porque a dieta é para pessoas doentes, aprendi a comer bem e a horas, dos 7 pães que comia diariamente passei para um de manha, passei a comer muita fruta e arranjei uma nova amiga, a minha indispensável sopa.
 Nos meses seguintes fui aumentando o volume de treinos, cheguei a treinar duas e três horas diariamente e passados 4 meses, ou seja em Novembro de 2011, eu já tinha perdido 45 Kg, já me sentia outro homem, a auto-estima estava a voltar. Cada dia que passava eu acreditava mais em mim e comecei a praticar atletismo.
Em Dezembro de 2011, comecei a frequentar as aulas de RPM no ginásio, e foi numa aula dessas que eu tive o click que precisava para continuar a minha luta contra a balança, estava eu na aula a trabalhar ao meu ritmo quando o professor proferiu esta frase:
- “Vamos Damião que só se vive uma vez”
Estas palavras bateram fundo, foi o “doping” que precisava, sai dessa aula a pensar que o professor NUNO MARQUES, tinha razão e então o meu lema a partir desse dia foi;
- “ SE SÓ VIVE UMA VEZ, ENTÃO ESSA VEZ TERÁ QUE SER O MAIS LONGA POSSIVEL”
Aprendi com ele a fazer de cada treino a ultima oportunidade, para ficar cada vez mais forte e saudável e como ele diz mais bonito, pelo que desde já lhe agradeço todo o apoio e motivação que me transmitiu.
Voltando a corrida em Dezembro de 2011 prometi a minha filha e sobrinha, que iria participar na corrida do dia do Pai em Março 2012 (10 Km) e que iria terminar abaixo de uma hora, foram 4 meses de treinos para chegar ao dia da prova na melhor forma possível.
Finalmente chegou o dia da prova 18 de Março de 2012, já tinha perdido cerca de 60 kg, mas continuava com bastante peso, mas não podia falhar, parti com o objectivo de terminar a prova nem que fosse a passo, mas os 4 meses de treino deram resultados e consegui terminar a prova de 10 Km em 59:56, conseguindo os dois objectivos, ou seja concluir a corrida sem parar e abaixo da uma hora.
Na meta e tal como prometido estava a minha filha juntamente com a prima, senti orgulho em mim próprio, finalmente a vergonha começava a transformar –se em orgulho, a minha inimiga balança começava a ser minha amiga, pois cada vez que me pesava ela descontava umas gramas, e cada grama era uma batalha vencida na minha guerra.
 O “bichinho” das corridas entrou em mim, para nunca mais sair, tratei de saber logo qual era a prova seguinte para me inscrever, pois bem era a corrida da selecção nacional, ou seja, 8 Km concluídos em 39:37h
 Estava pronto para desafios maiores e a próxima corrida foi a corrida de S. João em 16 de Junho de 2012, eram 15 Km que tinha pela frente, mais uma vez terminei a prova sem parar um segundo que fosse, sempre no meu ritmo e acabei por a concluir  em 01:26:55.
 Por essa altura foi criado o Clube de corrida no ginásio, do qual passei a fazer parte, tendo desde então melhorado muito os meus resultados. Comecei a preparar a Meia Maratona da Cidade do Porto, ou seja num ano evoluí dos 20 minutos na passadeira com 172Kg, para os 21 Km da meia maratona com 105 kg.
No dia 16 de Setembro de 2012, estava pronto para a minha primeira experiência na meia maratona, os objectivos eram: mais uma vez concluir a prova e se possível abaixo das 2 horas. Lembro-me que na altura estava bastante calor, mas a palavra “desistir” nunca me passou pela cabeça, e assim consegui concluir a prova em 01:58:11h.
Seguiram-se várias provas ainda em 2012, corrida dos ossos saudáveis (6 Km), Family Race (16 km), corrida dos Asses Valboenses (8 Km), esta ultima  teve um sabor especial pois foi realizada na minha terra natal e foi bom voltar a correr nas ruas onde passei minha infância, logo a seguir foi a volta a Paranhos (10 Km) e finalmente a S. Silvestre do Porto (10Km)  que acabei por terminar em 48:54h, ou seja entre Março e Dezembro tirei  11:02 no 10 km.
No ano de 2013 já participei na Meia Maratona de Viana do Castelo em Janeiro, debaixo de uma chuva intensa consegui tirar 15 minutos ao tempo que tinha realizado em Setembro, terminando a prova em 01:43:26h, sendo que este tempo só foi possível dado o excelente trabalho que realizamos no grupo de corrida, onde o professor Nuno Marques, professor este que se tornou um bom amigo, tem tido um papel muito importante quer no tipo de treinos, quer na motivação e fundamentalmente no excelente espírito de equipa que nos transmite em todos os treinos/provas.
Para completar um ano de corridas participei novamente na corrida do dia do Pai no passado dia 17 de Março, tendo terminado a corrida em 45:54, ou seja num ano terei quase 15 minutos ao tempo que tinha conseguido no ano anterior. O facto de ter encontrado uma Equipa espectacular, onde treinamos em conjunto e celebramos os êxitos e vivemos os momentos menos bons dos colegas como se fossem nossos, dá-nos mais garra para nunca falar ao treino, a estes colegas maravilhosos e POTEENTES: o meu OBRIGADO.
Pois é caros Amigos Atletas, a esta hora devem estar a perguntar qual o meu peso actual?
É com muito orgulho que vos digo que actualmente peso 90 Kg, que em 20 meses perdi 82 Kg, isso mesmo 82Kg, só com desporto e uma alimentação saudável, nada de pastilhas, de dietas loucas, bastou acreditar em mim próprio, ter diariamente uma grande disciplina na alimentação e fazer de cada treino uma última oportunidade de fazer mais e melhor, ter o céu como limite, treinar para além da exaustão. Tipo o treino que realizei ontem, corri 30 Km em 02:31:16, consegui dar a volta a cidade do Porto, e podem ter a certeza que custou muito mais os vinte minutos na passadeira em Julho de 2011.
Como objectivo este ano a nível desportivo, tenho três grandes provas que quero concluir, no próximo mês de Maio a meia maratona da Régua, onde espero baixar da 1 hora e 40m, depois a meia maratona da cidade de Porto e em Novembro o meu grande objectivo a Maratona do Porto, onde tenho dois grandes objectivos para atingir, concluir a maratona abaixo das 3 horas e meia e com menos de 80Kg. Acho que devemos colocar sempre objectivos naquilo que fazemos, para assim tentar sempre nos superar.
Como conclusão quero deixar aqui uma palavra de incentivo: Aqueles que como eu foram ou são pessoas obesas, não entrem em dietas loucas, pastilhas ou remédios milagrosos, podem ter a certeza que fica bem mais barato seguir o meu percurso… calçem umas sapatilhas e comecem a caminhar, não queiram emagrecer ou ver resultados ao fim de uma semana, pois na realidade também não ficamos obesos em 15 dias. Criem objectivos para vós próprios e com rigor na alimentação e no treino, podem ter a certeza que a nossa inimiga balança vai passar a nossa melhor amiga. Outro concelho que vos deixo não se pesem todos os dias, eu pesava-me de 15 em 15 dias e cada kg, ou melhor cada grama é uma batalha vencida desta nossa guerra, mas podem ter a certeza que no final serão pessoas muito mais felizes e saudáveis.
Para terminar um grande obrigado, ao professor/mister e grande amigo Nuno Marques, a toda a Equipa do Clube de Corrida, a minha Sobrinha Marta Martins (campeã Nacional de atletismo), e em especial aos meus filhos Rute Juliana pelo apoio diário, nunca me vou esquecer que um dia ela queria me dar um abraço e disse-me “pai os meus braços não chegam para te abraçar”, hoje sinto me feliz pois ela já me consegue abraçar, ao meu Filho Ruben Tiago deixo aqui uma palavra de incentivo que este meu texto seja aquele click que te falta, bora lá rapaz ……
Prometo em Novembro vos enviar o meu resultado da Maratona do Porto e uma foto minha com o peso abaixo dos 80 Kg.

“Bora lá” atletas e boas provas para todos..


Damião Antonio da Silva Pacheco

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Planos de Treino



Um programa de treinos tem de ser desenvolvido para satisfazer as necessidades individuais de cada atleta e ter em consideração vários fatores: sexo, idade, pontos fortes, pontos fracos, os objetivos, as instalações para os treinos,etc.

Como todos os atletas têm necessidades diferentes, um único programa adequado para todos os atletas não é possível. O objetivo desta página, é colocar Planos de treinos (iniciantes, 5Km,10 Km, meia maratona e maratona). Iremos publicar em 3 categorias “Iniciante, experiente e Pró”.No Iniciante, será um plano para todos os atletas a iniciar a distância pretendida. No caso do experiente será para atletas já com alguma experiencia no atletismo. No Pró, será para atletas queiram bater os seus recordes na distância pretendida.Note-se que estes programas também têm de ser apoiado, além do plano de corrida tem que existir, nutrição, mobilidade e psicologia programada.
Antes de começar – Antes de iniciar qualquer treino, é recomendado que você faça um exame médico para garantir que é seguro, seguir os seus Objetivos. O treino da é da responsabilidade inteira do atleta que a execute.Para todos pretendam ser seguidos por um Técnico, podem entrar em contacto para este email…(rcaetano1972@hotmail.com).

Iniciantes

  1. Começar a Correr

Plano Provas de 10 Km

  1. Plano de treinos 8 semanas /10 kms

Plano Provas de 15 Km


Plano Provas de Meia Maratona

Plano Provas de  Maratona

  1. Plano de Treino avançado para Maratona ( 2h40m00)
  2. Objectivo 1 terminar a prova  3 treinos por semana
  3. Objectivo 2: 4,00 horas na M ( 3 treinos por semana)
  4. Objectivo 3: 3,30 horas ( 3 treinos por semana)
  5. Objectivo 4 3,00 horas  ( 4 treinos por semana)

terça-feira, 2 de abril de 2013

segunda-feira, 1 de abril de 2013

4 semanas para afinar!


ABRIL 01, 2013   ELISABETE RIBEIRO

Para perder peso, os exercícios de resistência e execução são essenciais. Aqui está um programa de quatro semanas para afinar a silhueta.
O programa de treino que se segue é destinado a pessoas com um passado desportivo ligeiro e que pretendem perder peso de forma bastante significativa.
 Se não tem muito peso a perder, pode seguir no preâmbulo para tonificar e remodelar o seu corpo.
No desporto de resistência, o corpo perde substratos energéticos diferentes. A partir do início do exercício, queima hidratos de carbono (açúcares).
Estes serão utilizados durante os primeiros 40-45 minutos de esforço, dependendo do indivíduo e seu nível de formação.
Se tem como objetivo perder peso ou emagrecer, vai ser obrigado a manter o esforço consistente e intensidade média por períodos superiores a 45 minutos. A eliminação das gorduras entra em ação e os propósitos passam a ser atingidos.
Programa de 4 semanas
O programa é dividido da seguinte forma:
3 semanas de treino seguido por um período renovável na 4ª semana.
Com 3-4 sessões semanais. Esta fórmula pode ser adaptada ao seu nível e à sua  programação. Deve ter o cuidado de respeitar a taxa mínima de duas sessões semanais.
Nota: É melhor evitar fazer dois treinos em dias consecutivos. Faça sempre um dia de descanso entre as sessões. 
Semana 1- 4 sessões semanais
Sessão 1:
50 minutos de corrida + alongamento;
10 minutos de caminhada para retorno à calma.
5 x 5 minutos  a correr a um ritmo lento (o fato de não ter nenhuma dificuldade para respirar é uma boa referência) com 1 min de recuperação.
15 minutos de caminhada rápida. Alongamento.
Sessão 2: Sessão de longa duração “fundamental”.
Duração: 01:30 Max:
10 minutos de corrida lenta;
1:10 – 1:20 de caminhada rápida ou * caminhada nórdica. Alongamento.
A caminhada nórdica trata-se de uma caminhada que faz uso de bastões para ajudar a reduzir o impacto e fomentar o movimento dos membros superiores. Origina um gasto calórico até 46% mais que na caminhada sem bastões. Liberta a tensão no pescoço e ombros além de fortalecer os músculos das costas e a zona abdominal. Reduz o impacto nas articulações.
Sessão 3: Sessão de Preparação Física Geral
Objetivo: tonificação muscular. 1h
 20 minutos de corrida de aceleração.
 4 x 10 agachamentos (mãos atrás da cabeça, dobre as pernas como se estivessem indo para sentar, até um ângulo de 90 ° entre as coxas e os gémeos, depois para cima)
3 x 15 repetições de lunges (início pés juntos, mantendo as costas retas e sem mover o pé esquerdo, dar um passo à frente com a perna direita, dobrando joelhos até o joelho esquerdo de tocar no solo. Voltar para a posição original, empurrando a perna direita, novamente com as costas retas. seguida, alternar as pernas!).
 Crunches: 4 x 20 busto, 4 x 30 s abdominal, 4 x 30 s lombar
 Terminar a sessão com 10 minutos de corrida + alongamento de recuperação.
Sessão 4:
  01:20 Saída de bicicleta para 1:30 em plano a um muito moderado.
Semana 2: 3 sessões semanais
Sessão 1:
Correr  55 m;
10 minutos de caminhada ativa, gradualmente ,acelerada
Pirâmide-down em execução: 2 vezes (8 corrida min / 1 min de caminhada), 2 vezes ( 6 corrida min / 1 min de caminhada), 2 vezes (4 corrida min / 1 min de caminhada)
10 minutos de caminhada rápida + alongamentos 
Sessão 2: 
Repetir  a 3ª sessão da 1ªsemana  ou sessão de piscina * 1h.
 Alongamento.
* A coisa mais importante é realizar os movimentos, seja em terra ou na água, onde o esforço é mais intenso. A água faz com que a resistência seja de aproximadamente 15 vezes maior do que a do ar. Esta pressão é excelente para o retorno venoso porque carrega uma massagem natural aos músculos prementes. Resultado, não só a frequência cardíaca aumenta com o exercício, suavemente, como sofre menos do que durante uma corrida normal, porque o sangue volta para o coração mais facilmente.
Sessão 3
Sessão de longa duração: Caminhada nórdica ou caminhada ritmada. (Facilitar a respiração durante toda a sessão). 
15 minutos a baixa velocidade seguido por alguns alongamentos musculares e flexibilidade das articulações. 
1:15 caminhada nórdica rítmica em terreno montanhoso.
 Alongamento.
Semana 3: 4 sessões semanais
Sessão 1:
Correr por um período de cerca de 1:10.
10 minutos de corrida lenta.
3 x 15 min de corrida a um ritmo lento, uma caminhada de 30 min de recuperação.
10 minutos de caminhada rápida.
 Alongamento.
Sessão 2: 
 Bicicleta em percurso montanhoso. Duração: 1:30 min.
Sessão 3:
Corrida moderada 1h. 
20 minutos de corrida acelerada. 
Alongamento.
Sessão 4: 
Sessão 1h: caminhada nórdica ou caminhada rápida ou nadar.
Instruções: após 15 min de aquecimento a uma velocidade reduzida, continua a sessão a um ritmo lento até o limite de fácil respiração durante cerca de 30 min + alongamentos.
Renováveis SEMANA 4: 3 sessões semanais
Sessão 1:
corrida  1:15 
10 minutos de corrida lenta.
 Alongamento.
Sessão 2:
 Piscina 1:15.
20 min de mergulho (toques alternativos, se possível)
aqua jogging x 8 minutos em grande profundidade com equipamento adequado, recuperação de 1 min 30.
10 minutos de natação.
Sessão 3: 
Saída longa 1h30 a 2h, de bicicleta ou caminhada nórdica em cursos montanhosos.

Reverse Brainstorming A Different Approach to Brainstorming



Reverse brainstorming helps you solve problems by combining brainstorming and reversal techniques.

 By combining these, you can extend your use of brainstorming to draw out even more creative ideas.
To use this technique, you start with one of two "reverse" questions:
Instead of asking, "How do I solve or prevent this problem?" ask, "How could I possibly cause the problem?"
Instead of asking "How do I achieve these results?" ask, "How could I possibly achieve the opposite effect?"











How to Use the Tool

  1. Clearly identify the problem or challenge, and write it down.
  2. Reverse the problem or challenge by asking, "How could I possibly cause the problem?" or "How could I possibly achieve the opposite effect?"
  3. Brainstorm the reverse problem to generate reverse solution ideas. Allow the brainstorm ideas to flow freely. Do not reject anything at this stage.
  4. Once you have brainstormed all the ideas to solve the reverse problem, now reverse these into solution ideas for the original problem or challenge.
  5. Evaluate these solution ideas. Can you see a potential solution? Can you see attributes of a potential solution?
Tip:
Reverse brainstorming is a good technique to try when it is difficult to identify solutions to the problem directly.

Example

Luciana is the manager of a health clinic and she has the task of improving patient satisfaction.
There have been various improvement initiatives in the past and the team members have become rather skeptical about another meeting on the subject. The team is overworked, team members are "trying their best" and there is no appetite to "waste time" talking about this.
So she decides to use some creative problem solving techniques she has learned. This, she hopes, will make the team meeting more interesting and engage people in a new way.
Perhaps it will reveal something more than the usual "good ideas" that no one has time to act on.
To prepare for the team meeting, Luciana thinks carefully about the problem and writes down the problem statement:
  • "How do we improve patient satisfaction?"
Then she reverses problem statement:
  • "How do we make patients more dissatisfied?"
Already she starts to see how the new angle could reveal some surprising results.
At the team meeting, everyone gets involved in an enjoyable and productive reverse brainstorming session. They draw on both their work experience with patients and also their personal experience of being patients and customers of other organizations. Luciana helps ideas flow freely, ensuring people to not pass judgment on even the most unlikely suggestions.
Here are just a few of the "reverse" ideas:
  • Double book appointments.
  • Remove the chairs from the waiting room.
  • Put patients who phone on hold (and forget about them).
  • Have patients wait outside in the car park.
  • Discuss patient's problems in public.
When the brainstorming session runs dry, the team has a long list of the "reverse" solutions. Now it's time to look at each one in reverse to think about a potential solution. Well-resulting discussions are quite revealing. For example:
  • "Well of course we don't leave patients outside in the car park – we already don't do that."
  • "But what about in the morning, there are often patients waiting outside until opening time?
  • "Mmm, true. Pretty annoying for people on first appointments."
  • "So why don't we open the waiting room 10 minutes earlier so it doesn't happen."
  • "Right, we'll do that from tomorrow. There are several members of staff working already, so it's no problem."
And so it went on. The reverse brainstorming session revealed many improvement ideas that the team could implement swiftly and Luciana concluded: "It was enlightening and fun looking at the problem in reverse. The amazing thing is, it's helped us become more patient-friendly by stopping doing things rather than creating more work."

Key Points

Reverse brainstorming is a good technique for creative problem solving, and can lead to robust solutions. Be sure to follow the basic rules of brainstorming to explore possible solutions to the full.