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terça-feira, 26 de março de 2013

25 Dicas para tirares melhor partido da corrida


JANEIRO 30, 2013   CARLOS LOPES

1. Antes de começares a correr, consulta um médico especializado em medicina desportiva e procura fazer os exames e testes de aptidão à prática desportiva que te forem pedidos. Mesmo que já sejas corredor há muitos anos;
2. Avalia o teu real tempo para treinar. Não caias no erro de tentar seguir o regime e as rotinas dos atletas de
elite.  Avalia o teu horário diário no sentido de tentares incluir um treino, mas lembra-te que a corrida é para ti um hobby, que tem como objetivo  essencial contribuir para a tua saúde e bem-estar. Não deixes que o teu momento de lazer se transforme em mais uma fonte de stress adicional;
3.  Se estiveres a iniciar-te na corrida,  nos primeiros 3 meses nunca corras em dias consecutivos. Deixas sempre pelo menos um dia de intervalo para o treino seguinte. Apenas quando sentires que o treino do dia anterior não deixou vestígios de cansaço deves pensar em poder correr em dias consecutivos;
4. Quando te sentires muito cansado/a mesmo que tenhas planeado ir correr nesse dia, é preferível adiar a tua sessão por 24h;
5. Procura e desafia um grupo de amigos,  vais ver que mesmo nos dias que pareces menos motivado para correr, a companhia e convívio vão ajudar-te no teu treino, mas evíta correr com companhias muito mais treinadas e que te obriguem a ritmos muito acima do que consegues suportar;
6. Escolhe percursos adequados e agradáveis. Procura  idealmente correr em locais com percursos de terra batida, bastante menos agressivos para as tuas articulações, ligamentos e músculos. Evita locais como muito trânsito automóvel, longe de fontes de ruído, e onde possas desfrutar de espaços verdes. Não corras sempre no mesmo percurso. Se o fizeres, a tendência será irremediavelmente compares o tempo da sessão anterior e querer ir mais depressa;
7. Introduz desportos alternativos para variar as sessões 11e aliviar um pouco dos impactos provocados pela corrida. Anatação e ciclismo ou até mesmo desportos combinados como o Triatlo são óptimas opções que te vão fazer sair da rotina e evitar uma eventual sobrecarga de corrida;
8. Antes de cada sessão, aquece as articulações de  bacia, joelhos e tornozelos com movimentos lentos e
circulares em ambos os sentidos. Cinco minutos antes de cada sessão são suficientes;
9. Inicia cada sessão em ritmo lento e vai aumentando  gradualmente até encontrares o teu ritmo confortável. Termina também cada sessão em ritmo lento, procurando um retorno à calma gradual no final dos treinos;
10. Aseguir a cada sessão de treino, realiza pelo menos 10 minutos de exercicios de alongamentos básicos enquanto bebes uma bebida de recuperação. Vais  recuperar muito mais depressa para a sessão seguinte;
11. Define as tuas Intensidades/Ritmos Individuas para treinar. Quanto mais intenso (rápido) for o treino, maior a agressão que irá causar ao teu organismo, como tal, menor será a capacidade de recuperares e maiores os riscos de lesão. Quanto mais rápido for o treino, menor terá de ser o volume de treino. Por este motivo é essencial que saibas a que velocidade deves treinar e em que ocasiões deves treinar mais rápido ou mais lento. A realização de testes para a recomendação das intensidades individuais de treino é assim essencial, tal como o conhecimento dos dias de recuperação entre tarefas de intensidade elevada. O deal é mesmo procurares o apoio de um treinador e usares um monitor GPS/Monitor de Frequência Cardíaca  para em cada momento saberes a quantas andas!
12.  Não tenhas receio de competir. Existem corridas  fantásticas com milhares de participantes e em percursos lindíssimos. Procura um objetivo àcessível. Osentido de “missão” irá motivar-te para treinares com regularidade, e a pensar numa data e desafio em concreto;
13. Se andares diariamente de carro, anda sempre com  um saco com o teu equipamento de corrida, vais ver que por vezes surgem ocasiões que te permitem rentabilizar o tempo e correr em locais diferentes;
14. Se o teu local de trabalho estiver próximo de um  bom local para correr, e tiveres instalações para guardares roupa e tomar banho, habitua-te a ter um equipamento de corrida por lá;
15. A hora de almoço é geralmente um óptimo momento  para introduzir uma sessão de treino, sem penalizar minimamente a família no final do dia ou nos fins de semana;
16. Habitua-te a levar o teu almoço “volante” e procura  momentos de convivio com colegas de trabalho durante a própria hora de almoço, a treinar …
17. Regista o teu treino e habitua-te a avaliar a tua  evolução. Tenta manter uma agenda básica, ou utiliza uma das inúmeras possibilidades de agendas que vêm associadas aos monitores de frequência cardíaca e GPS
18. Compra sapatilhas adequadas para correr. Faz uma  avaliação numa loja especializada no sentido de seres aconselhado no formato ideal de sapatilha para o teu pé e procura essencialmente boas características de amortecimento e conforto;
19. Se correres mais do que 3 vezes por semana, tem  ao uso pelo menos 2 pares de sapatilhas e vai intercalando um treino com cada par para não correr sempre com as mesmas sapatilhas;
20. Usa meias de corrida adequadas. As meias de corrida  são uma peça fundamental do teu equipamento. Os teus pés são as extremidades do corpo que te vão proporcionar os repetidos impactos no solo. Escolhe meias próprias para a corrida e do tamanho adequado;
21. Equipa-te para todas as condições. Para o calor usa boné técnico para correr, óculos de sol desportivos e roupa com boas características para evacuar a transpiração. Com a chegada do frio, as luvas de corrida, corta-vento e calças de Lycra são peças fundamentais para tornar o teu treino agradável mesmo nos dias com  condições climatéricas mais adversas;
22. Alimenta-te de forma adequada. Toma um bom  pequeno-almoço antes de sair de casa, mesmo que seja pelas 6hOO da manhã. Deve ser idealrnente à base de fruta fresca, cereais, iogurte magro, pão integral  e/ou de cereais, mel e compotas, acompanhado de um sumo natural, chá ou café a teu gosto, evitando açucarar as tuas bebidas.
23. Faz um almoço à base de saladas frescas mas que  sejam também compostas de alguma proteína (carne, peixe, ovo, feijão, lentilha, soja, … ) e de hidratos de carbono (arroz, massa ou batata). Caso treines à hora de almoço, esta salada irá cair maravilhosamente após o treino e apenas vais necessitar de alguns minutos para almoçar desde que tragas tudo prontinho de casa;
24.  Janta à base de sopas de legumes frescos, evitando  grandes quantidades de carnes e peixes à noite. Introduz proteína através de iogurte, queijo fresco ou requeijão, tal como através de feijão, lentilhas, favas ou outros, na própria sopa. Come também fruta fresca. Caso exista necessidade de perderes alguns quilinhos a mais, evita os alimentos ricos em hidratos de carbono à noite, como sejam o arroz, batata, massa e pão. Caso o teu horário de trabalho o permita, janta bastante cedo e vai para a cama pelo menos 2 horas depois de jantares; .
25. Intercala pelo menos uma refeição à base de fruta,  iogurte magro ou alguns cereais, entre as três refeições principais, e bebe bastante água ao logo do dia, evitando os refrigerantes ou bebidas alcoólicas.
fonte: SPORT LIFE

Distrofia Simpático Reflexa

Autor: Dr. Sandro Adeodato
Cirurgia da Mão Microcirurgia Reconstrutiva


Definição
•Dor anormalmente intensa ou prolongada após trauma.
•Fisiopatologia complexa e ainda pouco entendida, com muitos termos e diagnósticos que na verdade estão incluídos na atualmente chamada:

SÍNDROME DOLOROSA COMPLEXA REGIONAL


 O QUADRO DOLOROSO É MAIS INTENSO QUE A RESPOSTA FISIOLÓGICA ESPERADA PARA A SITUAÇÃO EM QUESTÃO


Síndrome da Dor Complexa Regional
Atrofia aguda do osso
Algodistrofia
Algoneurodistrofia
Causalgia
Edema crônico pós-traumático
Causalgia maior
Distrofia traumática maior
Causalgia menor
Neurodistrofia
Distrofia neurovascular
Osteoneurodistrofia
Síndrome da disfunção neurológica
Osteoporose dolorosa pós-traumática
Síndrome dolorosa pós-traumática
Distrofia simpática pós-traumática
Anormalidade vasomotora pós-traumática
Instabilidade vasomotora pós-traumática
Distrofia nervosa reflexa
Distrofia neurovascular reflexa
Síndrome ombro-mão
Síndrome ombro-mão-dedos
Atrofia de Sudeck
Simpatalgia
Algodistrofia simpática
Síndrome da descarga simpática
DISTROFIA SIMPÁTICO REFLEXA
( mais comum descrição na literatura )


Histórico
•1864 –Mitchell –Guerra civil americana
•1900 –Sudeck –Desmineralização óssea
•1947 –Evans –Distrofia Simpático Reflexa
•1993 –Associação Internacional para o Estudo da Dor ( AIED ) –Síndrome Dolorosa Complexa Regional (SDCR)


Classificação
•Tipo I–Distrofia simpático reflexa“clássica” sem uma lesão identificável de um nervo periférico
•Tipo II–Lesão de um nervo periférico onde a dor não se limita ao território cutâneo deste nervo (causalgia )
•Tipo III–outras afecções que causam dor crônica no MS ( Ex. dor miofascial )


Aspectos Epidemiológicos

•80% dos pacientes diagnosticados e tratados até 1 ano -melhora significativa do quadro
50% daqueles tratados ; 1 ano de evolução -sequelas funcionais graves e incapacitantes
•Pode acometer crianças e adolescentes mas a faixa etária mais comum é entre 30 e 60 anos
•Maior incidência em fumantes
•3x mais comum em mulheres do que nos homens



Aspectos Epidemiológicos

•Foi descrita predisposição genética/familiar
•A causa mais comum da síndrome dolorosa complexa regional no membro superior é a fratura do rádio distal.
•Nas fraturas do rádio outros fatores também influenciam como: gesso apertado, compressão do nervo mediano e uso do fixador externo ( hiperdistração )




Aspectos Epidemiológicos

•Síndrome dolorosa complexa regional é também frequentemente vista após liberação do canal do carpo
•Lesões iatrogênicas de ramos nervosos sensitivos (ex. sensitivo radial-DeQuervain, cutâneo palmar –síndrome do túnel do carpo, sensitivo dorsal ulnar –ulna distal ) também podem precipitar síndromes dolorosas
•Quando associada a cirurgia de Dupuytren pode produzir consequências devastadoras


Aspectos Psicológicos

•Não há predisposição psicológica ou qualquer desordem de personalidade relacionada às síndromes dolorosas
•Ao contrário : é a dor crônica é que suscita o desenvolvimento de desordens de personalidade e distúrbios psicológicos
•Algumas condições psicológicas são diagnóstico diferencial das síndromes dolorosas ( ex. distúrbios de conversão e a “síndrome da mão fechada”)


Avaliação Clínica e Diagnóstico

•Iniciado após um traumatismo na extremidade -incluindo os eventos pós-traumáticos (ex. gesso apertado )
•O desenvolvimento desta afecção não tem relação com a magnitude do trauma –o paciente pode inclusive não se lembrar do trauma
•O diagnóstico é clínico–sempre suspeitar desta possibilidade
•O tratamento precoce é o fator prognóstico mais importantes para uma recuperação funcional e completo alívio da dor

Sinais e Sintomas

•Dor: pode se apresentar de diversas formas e intensidade
•Hiperalgesia: percepção da dor maior do que esperada
•Alodinia: percepção da dor por estímulo indolor
•Hiperpatia:dor produzida por estímulo doloroso mas que surge com atraso e com acumulação
•Alterações Tróficas: rigidez, edema, osteopenia, atrofia de pelos, hiperceratose





Distúrbio Autonômico
•O sistema autonômico controla a perfusão microvascular e a sudorese ( sistema termoregulatório )
•80% dos pacientes apresentam região afetada “quente” ou “fria” em relação ao membro normal




Exames Complementares


•Radiografias simples



•Cintilografia óssea



•Termografia





Limitação da Mobilidade

•Dói quando movimenta o membro afetado
•Parece haver acometimento intrínseco das articulações –melhora com os bloqueios
•Edema -fibrose
•Com o tempo –atrofia muscular
•Tremores, espasmos musculares e posturas viciosas podem estar presentes e são agravados pelo stresse psicológico


Bases do Tratamento

•Educação sobre as metas terapêuticas
•Estimular o uso do membro afetado –desenvolver o entendimento que não se trata de dor “protetiva”
•Minimizar a dor
•Determinar a contribuição do sistema simpático na dor do paciente


Tratamento Medicamentoso

•Anti-inflamatórios
•Analgésicos
•Anti-depressivos
•Anti-convulsivos
•Opióides orais
•Patch de clonidina
•Clonazepam
•Bomba infusora de morfina
•Baclofen
•Capsaicina ( pomada )
•Ketamina


Fisioterapia e Terapia Ocupacional

•Hidroterapia
•Massagens
•Terapias para controle do edema
•Calor
•Cinesioterapia cuidadosa



Protocolo






Bloqueios

Tripla função:
•Tratamento
•Diagnóstico -se a dor é simpateticamente mantida
•Prognóstico


Apoio Psicológico

•Distúrbio psicológico não causa a doença mas contribui para o desenvolvimento das incapacidades
•Em crianças –terapia familiar pode ser necessária
•Cuidado com o risco de vício das drogas
•Detectar potenciais suicidas



Indicações Cirúrgicas

•Tratamento da lesão neural associada a distrofia
•Tratamento das lesões mecânicas nociceptivas
•Correção das deformidades secundárias


Tratamento da Lesão Neural

Princípios do tratamento:
•Dependendo do achado cirúrgico: neurólise, sutura direta ou enxerto de nervo
•Evitar tensão –enxerto
•Sempre boa cobertura cutânea de preferência proteger o reparo com retalho gorduroso ou muscular –evitar estímulo
•Minimizar dissecção intraneural
•Curativos confortáveis
•Hemostasia rigorosa
•Bloqueio autonômico contínuo
•Reabilitação precoce


Neuroma em continuidade 


Cabos de enxerto sural
Retalho do coxim gorduroso hipotenar








•Em nervos superficiais -“cobrir” o sitio da sutura





História Natural

•Curso muito variável –mas em geral –tratamento precoce leva a melhores resultados
•Reabilitação por tempo prolongado
•A cirurgia pode oferecer melhora em casos selecionados
•Dor residual e rigidez podem ser definitivas














domingo, 24 de março de 2013

sábado, 16 de março de 2013





Os dez mandamentos de Nuno Cobra, preparador físico de Ayrton Senna (foto):


1) Durma pelo menos oito horas e tente acordar sem despertador. Ele é uma agressão a

organismo.

2) Alimente-se em pequenas quantidades a cada três horas.

3) Cheire a comida, pegue as folhas com as mãos e mastigue o mais devagar possível.

4) Exerça alguma actividade física pelo menos três vezes por semana. Uma hora de 

caminhada pode ser praticada por qualquer pessoa, em qualquer lugar, e é suficiente para 

obter os benefícios do desporto.

5) Evite ficar nervoso. Em situações de stress, experimente bocejar e espreguiçar.

6) Dedique pelo menos 15 minutos do dia à meditação. Escolha um local silencioso, sente-

se numa posição confortável e esqueça da vida.

7) Tome ao menos dois banhos frios por dia. Esse hábito é energizante.

8) Nenhum tratamento irá funcionar se você não abandonar seus vícios, a começar pelo 

cigarro.

9) Quando fizer exercícios físicos, concentre-se apenas neles. Não leia enquanto pedalar, 

nem ouça música quando correr.

10) Preste atenção ao fluxo de ar que entra e sai de seu pulmão e procure respirar mais 

profundamente.

Finalmente, elogie os outros com mais frequência. Isso funciona como um ímãn e faz com 

que todos queiram estar ao seu lado.

Calculadora de distância milhas/km

Calculo da temperatura Cº/ Fº

Calculo da massa corporal