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Quarta-feira, 23 de Maio de 2012

Four Essential Ingredients for Successful Process Improvement



Contributor:  Anne Ponton
Posted:  05/22/2012  12:00:00 AM EDT  | 
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Coach me if you can!
Have you ever dreamt of a checklist that would give you a 95% confidence that your process improvement project is going to be successful? A kind of “Poke Yoke” (mistake proof) execution process? The solution is making process improvement a process in itself, writes contributor Anne Ponton. Here are the four essential ingredients you need to get started.
We hear many different reasons why process improvement projects fail: lack of stakeholder buy in, failure to identify the right processes to improve, and resistance to change are among the most oft-cited. I think the way to help counteract all of these problems is quite simple: make process improvement a process itself.
If we approached our Process Excellence projects or programmes as a process, everyone would agree its performance could be improved and its variations reduced. So what would this look like?
Let’s visualize the execution of any process improvement initiative as a process: if you bring in the inputs, and control the process improvement process all along, you will get the expected outputs and will create value to your customers without a doubt. Wouldn’t it be nice if you could design a process that would allow change managers to execute their projects with 95% confidence they will succeed?
As we all know, designing a process means, in essence, to define the Suppliers, the Inputs, the main Process steps and flow, the expected Outputs, and the Customers.
Suppliers and Customers are naturally whoever is on-boarded into the change management journey: Green and Black Belts, Master Black Belts, Sponsors, Process Owners, stakeholders in general. Everyone should bring something to the process improvement process, and gain something from it, be it a soft or a hard gain.
With regards to the inputs from where everything starts, let me introduce here four cornerstones as the key ingredients necessary to properly frame any process improvement project:
#1: Getting buy-in and commitment:
The first cornerstone is ensuring that you’ve got the right people involved and actively engaged with the process improvement, as this guarantees that the specific project contributes to a broader strategic objective. Whoever is directly involved in the process improvement process should be genuinely willing to make it a success.
The converse is also true: those who are not committed to the process improvement process should not be part of it. If some people resist to change, they should not be simply left aside: their reasons to resist must be heard and understood, which will encourage such opponents to re-align their own vision to the strategic objective by themselves And people really refusing to align to strategic objectives will naturally go away. People often struggle to get buy in and I think that often the problem is the lack of a clearly defined problem, which is my second key ingredient for a successful PI project: 
#2: Start with the problem, not the solution
The second cornerstone is to start with a problem rather than a known solution or - even worse-starting from the intention to develop a specific solution. The problem should be painful enough for the Sponsor to really care about getting it fixed.
#3: Make sure the problem is process-related
The third cornerstone lies in linking the problem you’ve identified to the process. . As obvious as this may sound, if the problem does not come from the process, process improvement is unlikely going to bring any relevant answer. So many so-called “process improvement projects” target to patch infrastructure deficiencies instead of leveraging the infrastructure to manage the processes and the business. As much as we’d like to believe it can, Business Process Management cannot provide answers to every problem encountered by a business. We should know when to step away because it’s not a process-related problem.
#4: Define your objectives, in terms as simple as possible
The last cornerstone is to define adapted objectives: the ultimate objectives are most likely to create value to customers, and/or to reduce processing costs. But could such objectives be articulated into a simple definition that lay the foundation of the success of the change initiatives? How could you break down a complex problem into a list of two to four specific and measurable key success factors? With simple and achievable goals identified, you are set to start with a clear end in mind, which tremendously helps to frame your success story.
On top of these four cornerstones, Positive Energy is an important key input required to nurture success. Is everyone enthusiastic and passionate to change? If not, can at least one be found, in charge of contaminating all the other Suppliers and Customers with Positive Energy, enthusiasm, passion to improve the processes? Passion to improve is very infectious, be sure to find someone to bring such a key input, critical to overcome the biggest challenges.
Read more ideas in Anne Ponton’s new book Lean Six Sigma: Coach me if you can, a practical step-by-step guide to coaching future process improvement leaders and overcoming the common challenges of process improvement. The book is available now on Amazon.

Terça-feira, 22 de Maio de 2012

Quem criou a bola utilizada hoje no Pilates?


Quem criou a bola utilizada hoje no Pilates?

O seu nome é Aquilino Cosani, nascido em 1924 na Roménia. Aquilino estudou engenharia, em Itália mais concretamente em  Milão onde trabalhou na fábrica da Pirelli. Intensificou os seus conhecimentos e, com a ajuda de um amigo, começou a fazer Pinóquios e animais de borracha na cave de sua casa. Com o crescimento da produção, passou a exportar para outras partes da Europa. Nessa fase, a sua linha alargou-se às bolas de praia.
Por volta de 1963,  um pedido pouco comum  foi feito por um dos  seus distribuidores – a criação de uma bola grande e forte o suficiente para que fosse usada por pacientes na recuperação de cirurgias. O pedido foi feito pela Dra. Susane Klein-Vogelbach, terapeuta e a primeira a usar as bolas em adultos com problemas ortopédicos e posturais.
Hoje,  as bolas são utilizadas com total eficiência tanto no Pilates, como na fisioterapia e no fitness.

Cuide dos seus joelhos!


Cuide dos seus joelhos!

Orientação de um profissional é importante na hora do treino pois movimentos errados e postura inadequada podem ser perigosos.
joelho é a maior articulação do corpo humano, sustenta todo o nosso peso e está sempre sujeito a sofrer lesões. Por isso é preciso cuidado na hora de praticar exercício físico que exija bastante dos membro inferiores.
Os fisioterapeutas Maria Emília Mendonça e David Costa falaram sobre os riscos de lesão e explicaram como funciona o joelho.

Segundo a fisioterapeuta Maria Emília, é importante distribuir o esforço nas diferentesarticulações. Além disso, é importante exercer uma força de reacção ao solo, ou seja, não apenas ficar passivamente em pé, mas levar um pouco o peso à frente para estimular amusculatura de sustentação e não apoiar-se nos ligamentos dos joelhos.
A dor que sentimos é um sinal de defesa do corpo humano já que as articulações têm células mecanorreceptoras que avisam o cérebro quando estão a ser submetidas a um esforço.
Fonte: G1

Os músculos abdominais


Os músculos abdominais
Quem são e como trabalhar?

Os músculos abdominais têm como principal função proteger as vísceras e promover uma pressão interna que auxilia em diversas necessidades fisiológicas. Mas a parte mais interessante para todos é a estética, quando se vê um abdomen “chapado” ou “em tanquinho”. Mas vamos olhar com mais atenção e verificar se na actividade física que normalmente pratica está incluido o trabalho de todos os músculos abdominais.



Recto do abdomen – é o músculo mais superficial, por isso o mais conhecido, pois quando fortalecido é o músculo que aparece.
Acção: Sua função é flexionar a coluna vertebral aproximando o tórax e a pelvis anteriormente.


Oblíquo interno – forma a camada média da parede abdominal lateral, está localizado entre o transverso do abdomen e o obliquo externo.
Acção: bilateralmente flexiona a coluna auxiliando na respiração e em conjunto com os oblíquos externos produz rotação da coluna.


Oblíquo externo 
Acção: bilateralmente flexiona a coluna vertebral e inclinam a pelvis para trás. Em conjunto com os oblíquos internos produz a inclinação lateral da coluna, aproximando o tórax do quadril lateralmente.


Transverso do abdomen – é o músculo mais profundo.
Acção: funciona como uma cinta natural para protecção da coluna vertebral. A sua acção acontece em diversas situações, sendo este músculo em condições saudáveis activado antes de realizar qualquer movimento do corpo.



pilates oferece um grande repertório de exercícios que incluem todos os músculos abdominais, sendo a actividade mais indicada para quer deseja tonificar esta região.


Fonte: House Pilates

Sábado, 19 de Maio de 2012

Pelvic Floor Muscle Exercises


INFORMATION FOR WOMEN OF ALL AGES


Pelvic Floor Muscle Exercises
How to exercise and strengthen your pelvic floor muscles


Introduction

Many women experience pelvic floor problems at some time during their life. But did you know that problems with your pelvic floor muscles can affect your bladder, bowel and sexual function?
Your pelvic floor muscles span the base of your pelvis to keep your pelvic organs in the correct position (prevent prolapse), tightly close your bladder and bowel (stop urinary or anal incontinence), and help with sex. Your pelvic floor muscles need to be strong, but they also need to work in the right way at the right time. Even women who already do pelvic floor muscle exercises may find that they have symptoms.

Fig.1- Women pelvic anatomy


Causes

There are many possible causes of pelvic floor muscle problems. These problems may be linked to pregnancy, childbirth or the menopause and can be made worse by such things as being overweight, smoking or being constipated.

Symptoms

Symptoms may include:

• urinary leakage during activities such as coughing, laughing, sneezing or during sporting activity
• a sudden feeling that you need to rush to the toilet, or leaking on the way to the toilet
• anal incontinence which is leakage of stool (faeces) or difficulty in controlling wind
• a prolapse which may be felt as general pelvic discomfort or as ‘something coming down’
• reduced sensation and satisfaction during sex, or leakage of urine during sex
Many people think that these symptoms are all part of the normal ageing process, but they can happen to any woman at any time of her life.

Working your pelvic floor  muscles

It is important that you get the right muscles working in the right way. To do your exercises, imagine that you are trying to stop yourself from passing wind and at the same time trying to stop yourself from passing urine. You could also think of squeezing tightly inside your vagina. You should feel your muscles ‘lift and squeeze’.
Ensure that you rest for 4-5 seconds in between each squeeze. You should not feel your buttocks or legs  tightening.

There are three main ways to check if you  are contracting your pelvic floor muscles  correctly:

use a small mirror to look at the area between your legs. The skin between your vagina and back  passage should move up and inwards away from  the mirror when you contract your pelvic floor  muscles. If you see any bulging – STOP! This could  cause more problems: for more advice you should  see a specialist physiotherapist
feel inside your vagina with your thumb or index finger. Tighten your pelvic floor muscles. You  should feel the muscles tightening around your  thumb or finger
if you are sexually active, you could try to squeeze your muscles during sex. Ask if your partner can  feel the squeeze
It is important to breathe normally when you are doing your exercises. You may also feel some gentle tightening in your lower abdominal muscles. This is normal.


Your pelvic floor muscle exercise programme
You need to practise short squeezes as well as long  squeezes.

Long squeezes

Tighten your pelvic floor muscles, hold for several seconds, and then relax for several seconds. How long can you hold?
Repeat until your muscles start to tire. How many times can you repeat your long squeezes?

Short squeezes

Tighten your pelvic floor muscles for one second,and then relax.
Repeat until your muscles start to tire. How manytimes can you repeat your short squeezes?

You should do your pelvic floor muscle exercises at least 3 times each day. You may find it easier to start your programme when you are sitting or lying down.
As your muscles improve, aim to do your exercises in other positions  such as standing up.

Improving your pelvic floor muscles

Most women need to aim for 10 long squeezes, up to 10 seconds each, followed by 10 short squeezes.
For some women this will be too easy, for others this may be too difficult. Start with what you feel is a comfortable length of time for you to squeeze.
Gradually increase it over the next few weeks.
Pelvic floor muscle exercises are not a ‘quick fix’. It is important that you continue with your exercises even if they do not seem to be helping.
If you practise your pelvic floor muscle exercises as above, you should notice an improvement in 3-5 months.
Further advice is available from a specialist physiotherapist.



Remembering to exercise

It is easy to forget your pelvic floor muscle exercises. Make sure your exercises are part of your daily routine - just like brushing your teeth. You should continue with your exercises for the rest of your life.
Here are some suggestions to help you to remember:

• Use coloured stickers or reminder notes around the house or at work
• Do your exercises after you have emptied your bladder. Do not practise stopping your flow of urine mid-stream.
• Use the advert break between television programmes

Preventing problems

Tighten your pelvic floor muscles before you do anything that may put them under pressure, such as lifting, coughing or sneezing.
Being overweight puts extra strain on your pelvic floor muscles. Your symptoms may improve if you lose weight. Straining to empty your bowels (constipation) may also weaken your pelvic floor muscles. If you are often constipated, you may need to seek advice.

Getting help

If you have any difficulty with the exercises described in this leaflet, or find that you are not improving you may need extra help. Chartered Physiotherapists in Women’s Health are experts in pelvic floor muscle rehabilitation.
To find your nearest specialist continence physiotherapist ask your local physiotherapy department or contact:

ACPWH Administration, Fitwise Management Ltd, Drumcross Hall, Bathgate, West Lothian EH48 4JT
T: 01506 811077 E: info@fitwise.co.uk
or visit the ACPWH website at
http://acpwh.csp.org.uk/
The ACPWH also produce other leaflets, details of which are available on the website.






CONCEPTO MULLIGAN: UNA REVISIÓN DE LA EVIDENCIA



Lateral epicondylalgia
Ejemplo de tratamiento15

Resumen

El Concepto Mulligan (Mulligan Concept), como todo método de Terapia Manual, se basa en principios teóricos de anatomía, fisiopatología, biomecánica y neurofisiología pero dando mayor importancia a la presentación clínica y la valoración fisioterapéutica del paciente.
Las técnicas de tratamiento son denominadas “movilizaciones con movimiento” (MWM) en las extremidades y “deslizamientos apofisarios naturales sostenidos” (SNAGs) en la columna vertebral. Estas técnicas se basan en la idea de Mulligan que en una gran parte de las disfunciones neuro-musculo-esqueléticas existe una alteración en la alineación articular, lo que él denomina como un fallo posicional. Este fallo es corregido mediante la aplicación firme y mantenida de una fuerza externa, normalmente en forma de un deslizamiento (traslación o rotación), sobre un segmento corporal móvil.

Introducción

El objetivo principal de este artículo es realizar una somera introducción al Concepto Mulligan y mostrar una revisión de la mejor evidencia científica existente hasta la fecha que avale o refute su uso en el ámbito clínico.

Ejemplo de sesión de tratamiento

  1. Durante la evaluación el Fisioterapeuta identificará uno o más signos comparables como los descritos por Maitland. Estos signos pueden ser una pérdida de movimiento articular, dolor asociado con el movimiento o dolor asociado con las actividades funcionales (por ejemplo, dolor lateral del codo con extensión de muñeca resistida, tensión neural adversa, etc).
  2. Se aplica una movilización articular accesoria y pasiva siguiendo los principios de Kaltenborn (por ejemplo, paralela o perpendicular al plano articular). Este deslizamiento accesorio debe ser en sí mismo libre de dolor. La fuerza se aplica a través de las manos o con ayuda de una cincha.
  3. El Fisioterapeuta debe controlar continuamente la reacción del paciente para asegurar que no se produce dolor. Haciendo uso de sus conocimientos sobre la artrología articular, un desarrollado sentido sobre la tensión tisular y el razonamiento clínico, el Fisioterapeuta investiga varias combinaciones de deslizamientos paralelos, perpendiculares o incluso rotaciones para encontrar el plano de tratamiento y el grado de movilización correctos.
  4. Mientras el Fisioterapeuta mantiene el deslizamiento accesorio, se solicita al paciente quelleve a cabo el signo comparable. Ahora este signo comparable debería mejorar de manera significativa (por ejemplo, aumento del rango de movimiento, descenso significativo o, incluso mejor, ausencia del dolor original, etc).
  5. Si no hay mejoría del signo comparable indicaría que el Fisioterapeuta no ha encontrado el punto de contacto, el plano de tratamiento, el grado o dirección de la movilización o el segmento vertebral correctos, o que la técnica no está indicada.
  6. La actividad o movimiento previamente restringido o doloroso es repetido por el paciente mientras el Fisioterapeuta continúa manteniendo el deslizamiento accesorio apropiado. Se esperan mejorías progresivas con las repeticiones durante una sesión de tratamiento utilizando generalmente tres series de diez repeticiones.
  7. Se puede conseguir mayor mejoría mediante la aplicación de sobrepresión pasiva al final del rango disponible. Esta sobrepresión ha de ser de nuevo libre de dolor.
Una correcta técnica de MWM o de SNAG debería convertir el signo comparable en no doloroso a la vez que mejora de manera significativa la función durante la aplicación de la técnica. Es necesario que existan mejorías mantenidas para justificar la continuidad de la intervención.
Normalmente el auto-tratamiento es posible usando los principios de la MWM con esparadrapo adhesivo y/o que el paciente lleve a cabo el componente de deslizamiento de la MWM junto con su propio esfuerzo para realizar el movimiento activo.
Se debe enseñar al paciente a realizar correctamente el componente de deslizamiento y hacer hincapié en que el dolor siempre actúa de guía.

Evidencia

A fecha de mayo de 2012 se ha realizado una búsqueda blibiográfica en Medline utilizando los siguientes términos: “mobilization with movement”, “mobilizations with movement”, “SNAG”, “SNAGs”, “MWM” y “MWMs”. Además se ha limitado la búsqueda por el tipo de publicación a estudios clínicos controlados aleatorizados, revisiones y meta-análisis para conseguir el mayor nivel de evidencia posible. La cadena de búsqueda ha sido la siguiente:
((“mobilization with movement”) OR (“mobilizations with movement”) OR (“SNAG”) OR (“SNAGS”) OR (“MWM”) OR (“MWMS”)) AND ((randomized controlled trial[Publication Type] OR meta-analysis[Publication Type] OR review[Publication Type] OR (randomized[Title/Abstract] AND controlled[Title/Abstract] AND trial[Title/Abstract]) OR (review[Title/Abstract]) OR (meta-analysis[Title/Abstract])))
Se han encontrado 45 artículos de los cuales se han seleccionado los que tienen relación directa con elMulligan Concept quedando los siguientes:

Artículos que apoyan el uso de las técnicas de Mulligan

  • Hoch MC, McKeon PO1. Se podría hacer una recomendación de nivel B a favor de una intervención con MWM porque los tres estudios incluidos fueron clasificados como de nivel de evidencia 2, y las mejoras se identificaron consistentemente después de sólo una intervención con MWM, pero el tamaño del efecto fue limitado y los intervalos de confianza cercanos a cero.
  • Ho CY, Sole G, Munn J2.La Terapia Manual no mostró ser más efectiva que otras intervenciones conservadoras para la capsulitis adhesiva, sin embargo, el masaje y las MWM pueden ser útiles en comparación con el no tratamiento en los resultados a corto plazo para la disfunción del hombro.
  • Kachingwe AF, Phillips B, Sletten E, Plunkett SW3. Este estudio sugiere que realizar movilizaciones glenohumerales y MWM en combinación con un programa de ejercicios supervisados puede resultar en un mayor descenso del dolor y una función mejorada aunque son necesarios estudios con muestras más grandes y métodos de discriminación de muestra.
  • Herd CR, Meserve BB4. Los resultados de esta revisión apoyan el uso de la movilización con movimiento de Mulligan produciendo beneficios inmediatos, a corto y largo plazos. Además, se demostraron resultados positivos con la terapia manipulativa aplicada en la columna cervical, aunque los datos acerca de los efectos a largo plazo eran limitados. Actualmente, existe evidencia limitada que apoye una síntesis de cualquier técnica particular ya sea aplicada en el codo o en la columna cervical. En general, esta revisión identificó la necesidad de un mayor número de estudios de calidad que usen tamaños de muestra más grandes, medidas válidas de resultados funcionales y períodos de seguimiento más largos.
  • Reid SA, Rivett DA, Katekar MG, Callister R5. El tratamiento con SNAG tuvo un efecto sostenido inmediato y estadísticamente significativo en la reducción de mareos, el dolor cervical y la discapacidad causados por la disfunción cervical.
  • Yang JL, Chang CW, Chen SY, Wang SF, Lin JJ6. En los sujetos con síndrome de hombro congelado, las movilizaciones en el rango final y las MWM fueron más efectivas que las movilizaciones en el rango medio a la hora de aumentar la mobilidad y la capacidad funcional. Las estrategias de movimiento en términos de ritmo escapulohumeral mejoraron después de tres semanas de MWM.
  • Konstantinou K, Foster N, Rushton A, Baxter D, Wright C, Breen A7. Las MWMs produjeron aumentos estadísticamente significativos inmediatos, aunque pequeños, de la movilidad vertebral pero no una reducción del dolor en comparación con el placebo. Al introducir el juicio clínico en el proceso de selección de sujetos para el estudio, 19 (73%) de 26 sujetos se beneficiaron de las técnicas de MWMs en términos de rango de movimiento y/o intensidad del dolor, mientras que 9 (35%) sujetos mostraron dichos cambios con la intervención placebo.
  • Hall T, Chan HT, Christensen L, Odenthal B, Wells C, Robinson K8. Estos resultados proporcionan evidencia para la eficacia de la técnica de auto-SNAG en C1-C2 en el tratamiento de individuos con dolor de cabeza cervicogénico.
  • Teys P, Bisset L, Vicenzino B9. Los resultados indican que que este tratamiento específico de Terapia Manual tiene un efecto positivo inmediato tanto en el ROM como en el dolor en sujetos con limitación dolorosa del movimiento de hombro. Es necesario un mayor estudio para evaluar la duración de dichos efectos y el mecanismo por el que esto ocurre.
  • Vicenzino B, Paungmali A, Teys P10. La literatura acerca de la MWM puede ser categorizada en función del tipo de estudio, como estudios de eficacia clínica, biomecánica y las ciencias del dolor. La mayoría de la evidencia contenida en la literatura es considerada como de nivel bajo. A pesar de esto, existe una tendencia que apoya la afirmación clínica de los rápidos efectos paliativos en el dolor y la función durante e inicialmente después de la aplicación única del tratamiento y también después de un curso de tratamiento. Son necesarios más estudios controlados aleatorizados para evaluar la eficacia de la intervención del tratamiento. La explicación proporcionada de manera predominante para este efecto de alivio rápido del dolor es de naturaleza mecánica y está basada en la existencia propuesta de fallos posicionales óseos y la capacidad de la MWM para corregir estos fallos. La evidencia de los estudios en la ciencia del dolor que han intentado caracterizar el efecto hipoalgésico ha indicado que puede ser de naturaleza no opioide además de exhibir características que son complejas y están ampliamente distribuidas hacia otros sistemas, como los sistemas nerviosos motores y simpáticos. En este aspecto la literatura ni apoya ni refuta esta afirmación. Sin embargo, proporciona información valiosa sobre la dirección a seguir en futuros estudios mejor diseñados (por ejemplo, diseños controlados aleatorizados con tamaño de muestra adecuado) en los paradigmas biomecánicos y del dolor. La hipótesis biomecánica de que la MWM invierte los fallos posicionales requiere de mayor investigación.
  • Vicenzino B, Branjerdporn M, Teys P, Jordan K11. Este estudio preliminar demostró un efecto paliativo inicial de las técnicas de tratamiento de MWM en el rango de movimiento del deslizamiento talar posterior y en la dorsiflexión en individuos con esguince lateral recurrente de tobillo. Estos resultados sugieren que esta técnica debería ser considerada en los programas de rehabilitación después de un esguince lateral de tobillo. Este estudio proporciona justificación para una investigación de seguimiento de los efectos a largo plazo de la MWM en el esguince lateral de tobillo y se propone más trabajos sobre el test de deslizamiento talar posterior.
  • Moulson A, Watson T12. Los resultados de este estudio sugieren que las técnicas de SNAG cervical, realizadas en sujetos asintomáticos ingenuos, tienen un efecto simpático excitatorio como ha sido medidos en cambios en la conductividad y la temperatura de la piel. La importancia de este efecto simpático excitatorio en relación con potenciales mecanismos de analgesia inducidos por la manipulación se discute, y propone nuevas áreas de investigación.
  • Slater H, Arendt-Nielsen L, Wright A, Graven-Nielsen T13. Estos datos sugieren que la MWM con deslizamiento lateral no activa mecanismos asociados con la analgesia o el aumento de la fuerza en sujetos con características experimentalmente inducidas que simulan la epicondilalgia lateral.
  • Collins N, Teys P, Vicenzino B14. Los resultados indican que el tratamiento con MWM para la dorsiflexión del tobillo tiene un efecto mecánico más que hipoalgésico en los esguinces de tobillo subagudos. El mecanismo por el que esto ocurre requiere de investigación si queremos entender mejor el papel de la terapia manipulativa en el tratamiento del esguince de tobillo.
  • Paungmali A, O’Leary S, Souvlis T, Vicenzino B15. Este estudio mostró que un tratamiento con técnica de movilización con movimiento ejerción un efecto fisiológico similar al presentado para algunas manipulaciones vertebrales.
  • Exelby L16. El artículo reflexiona sobre el posible papel que este concepto tiene que desempeñar dentro de la práctica basada en la evidencia. Una línea de investigación futura se propone a la luz de los resultados de la investigación preliminar disponible en la actualidad.
  • Hearn A, Rivett DA17. La eficacia clínica de los SNAGs cervicales no pueden ser explicados puramente en base a los efectos biomecánicos resultantes en la columna cervical.
  • Abbott JH18. El ROM de la rotación interna y externa del hombro aumenta significativamente después de de aplicar una MWM en el codo, en sujetos con epicondilalgia lateral unilateral. Sorprendentemente, este aumento del ROM también es aparente en la extremidad no afectada. Estos resultados sugieren que la MWM causa un descenso neurofisiológicamente mediado del tono muscular en reposo.
  • Abbott JH, Patla CE, Jensen RH19. Se puede concluir que la MWM es una modalidad de intervención prometedora para el tratamiento de pacientes con epicondilalgia lateral. La fuerza de prensión libre de dolor es una medida más sensible del resultado que la fuerza máxima de prensión en los pacientes con epicondilalgia lateral. Se necesita más investigación conocer la eficacia a largo plazo de la MWM en el tratamiento de la deficiencia y la discapacidad resultantes de la epicondilalgia lateral.

Artículos que no apoyan el uso de las técnicas de Mulligan

  • Moutzouri M, Billis E, Strimpakos N, Kottika P, Oldham JA20. Mientras que el Zebris demostró ser un dispositivo fiable para medir el ROM de flexión lumbar, la movilización SNAG no demostró diferencias significativas en la ROM de la flexión en comparación con la movilización de farsa.

Conclusión

El mayor nivel de evidencia científica apoya el uso de las técnicas de Mulligan en multitud de patologías musculoesqueléticas destacando las siguientes:
  • Epicondilalgia lateral413151819
  • Esguince lateral de tobillo11114
  • Hombro doloroso e impingement236918
  • Dolor de cabeza y mareos cervicogénicos58
  • Dolor de espalda7
Se trata, por lo tanto, de una opción de tratamiento a tener en cuenta en las citadas patologías.

Bibliografía

  1. Hoch MC, McKeon PO. The effectiveness of mobilization with movement at improving dorsiflexion after ankle sprain. J Sport Rehabil. 2010 May;19(2):226-32. 
  2. Ho CY, Sole G, Munn J. The effectiveness of manual therapy in the management of musculoskeletal disorders of the shoulder: a systematic review. Man Ther. 2009 Oct;14(5):463-74. Epub 2009 May 21. 
  3. Kachingwe AF, Phillips B, Sletten E, Plunkett SW. Comparison of manual therapy techniques with therapeutic exercise in the treatment of shoulder impingement: a randomized controlled pilot clinical trial. J Man Manip Ther. 2008;16(4):238-47. 
  4. Herd CR, Meserve BB. A systematic review of the effectiveness of manipulative therapy in treating lateral epicondylalgia. J Man Manip Ther. 2008;16(4):225-37. 
  5. Reid SA, Rivett DA, Katekar MG, Callister R. Sustained natural apophyseal glides (SNAGs) are an effective treatment for cervicogenic dizziness. Man Ther. 2008 Aug;13(4):357-66. Epub 2007 Oct 22.
  6. Yang JL, Chang CW, Chen SY, Wang SF, Lin JJ. Mobilization techniques in subjects with frozen shoulder syndrome: randomized multiple-treatment trial. Phys Ther. 2007 Oct;87(10):1307-15. Epub 2007 Aug 7. 
  7. Konstantinou K, Foster N, Rushton A, Baxter D, Wright C, Breen A. Flexion mobilizations with movement techniques: the immediate effects on range of movement and pain in subjects with low back pain. J Manipulative Physiol Ther. 2007 Mar-Apr;30(3):178-85. 
  8. Hall T, Chan HT, Christensen L, Odenthal B, Wells C, Robinson K. Efficacy of a C1-C2 self-sustained natural apophyseal glide (SNAG) in the management of cervicogenic headache. J Orthop Sports Phys Ther. 2007 Mar;37(3):100-7. 
  9. Teys P, Bisset L, Vicenzino B. The initial effects of a Mulligan’s mobilization with movement technique on range of movement and pressure pain threshold in pain-limited shoulders. Man Ther. 2008 Feb;13(1):37-42. Epub 2006 Oct 27. 
  10. Vicenzino B, Paungmali A, Teys P. Mulligan’s mobilization-with-movement, positional faults and pain relief: current concepts from a critical review of literature. Man Ther. 2007 May;12(2):98-108. Epub 2006 Sep 7. 
  11. Vicenzino B, Branjerdporn M, Teys P, Jordan K. Initial changes in posterior talar glide and dorsiflexion of the ankle after mobilization with movement in individuals with recurrent ankle sprain. J Orthop Sports Phys Ther. 2006 Jul;36(7):464-71. 
  12. Moulson A, Watson T. A preliminary investigation into the relationship between cervical snags and sympathetic nervous system activity in the upper limbs of an asymptomatic population. Man Ther. 2006 Aug;11(3):214-24. Epub 2006 Jul 3. 
  13. Slater H, Arendt-Nielsen L, Wright A, Graven-Nielsen T. Effects of a manual therapy technique in experimental lateral epicondylalgia. Man Ther. 2006 May;11(2):107-17. 
  14. Collins N, Teys P, Vicenzino B. The initial effects of a Mulligan’s mobilization with movement technique on dorsiflexion and pain in subacute ankle sprains. Man Ther. 2004 May;9(2):77-82. 
  15. Paungmali A, O’Leary S, Souvlis T, Vicenzino B. Hypoalgesic and sympathoexcitatory effects of mobilization with movement for lateral epicondylalgia. Phys Ther. 2003 Apr;83(4):374-83. 
  16. Exelby L. The Mulligan concept: its application in the management of spinal conditions. Man Ther. 2002 May;7(2):64-70. 
  17. Hearn A, Rivett DA. Cervical SNAGs: a biomechanical analysis. Man Ther. 2002 May;7(2):71-9. 
  18. Abbott JH. Mobilization with movement applied to the elbow affects shoulder range of movement in subjects with lateral epicondylalgia. Man Ther. 2001 Aug;6(3):170-7. 
  19. Abbott JH, Patla CE, Jensen RH. The initial effects of an elbow mobilization with movement technique on grip strength in subjects with lateral epicondylalgia. Man Ther. 2001 Aug;6(3):163-9. 
  20. Moutzouri M, Billis E, Strimpakos N, Kottika P, Oldham JA. The effects of the Mulligan Sustained Natural Apophyseal Glide (SNAG) mobilisation in the lumbar flexion range of asymptomatic subjects as measured by the Zebris CMS20 3-D motion analysis system. BMC Musculoskelet Disord. 2008 Oct 1;9:131. 

Bonus

El siguiente vídeo es un ejemplo de la aplicación de las técnicas de Mulligan a unos pacientes un tanto diferentes a los que estamos acostumbrados :)

Facilitação neuromuscular proprioceptiva PNF


Método Kabat dentro de la Facilitación Neuromuscular Propioceptiva

Publicado: 7 de abril de 2012 | Por Fisioaso | Etiquetas: 
El movimiento humano es el resultado de la integración de informaciones somatosensoriales , controles centrales y acciones musculares (a grosso modo como esquema de Sistema Nervioso). El trabajo integrado de los músculos en una misma acción serán capaces de realizar un movimiento correctamente dosificado y dirigido, simplificando la contracción de grupos musculares (como cadenas) encaminados a desarrollar una misma función, además de fomentar un patrón motor conjunto de respuesta afectando directamente a nuestro esquema corporal y su imagen representativa dentro de nuestro SNC. Éstos movimientos de base se encuentran en las actividades diarias y su repetición ha hecho que se denominen «patrones de movimiento» o «patrones cinéticos».
La Facilitación Neuromuscular Propioceptiva (FNP), también conocida como diagonales de Kabat, utiliza las informaciones táctiles de origen superficial y profundo, como la posición articular o el estiramiento de tendones y músculos, con la finalidad de excitar el sistema nervioso que pondrá en funcionamiento el sistema muscular.
Por tanto, para realizar un movimiento normal hace falta un normal funcionamiento en el mecanismo detector (propiocepción y sentido cinético), el mecanismo integrador (SNC) y el mecanismo efector (musculatura esquelética).
Si alguno de estos tres mecanismos es ineficaz, el movimiento será deficiente. Por ello el método FNP va dirigido hacia los tres a la vez, puesto que utiliza movimientos integrados.

Los músculos tienen sus inserciones terminales adelantadas o retrasadas al eje diafisario, por tanto, el primer momento de puesta en tensión necesariamente realiza un componente rotatorio. (ningún músculo o casi ninguno tiene la inserción en el eje o posición neutra). Los movimientos son siempre diagonales y en espiral, acercándose así a las actividades cotidianas e integrando el movimiento al patrón cinético normal. Los movimientos del método siempre deben asociar un componente rotatorio al desplazamiento segmentario.

Los movimientos del miembro superior se dividen en: los que alejan el miembro del cuerpo, llamados patrón de apertura, y los que lo acercan, patrón de cierre.
Para el miembro inferior están los movimientos que lo llevan hacia delante, esquema de recepción, y los que lo llevan hacia atrás; esquema de propulsión.
Para obtener una mejor contracción utilizaremos medios facilitadores del ejercicio como por ejemplo, la utilización de una postura determinada, aprovechamiento de los reflejos posturales, estimulación a través de la voz del terapeuta etc.
En este método es importante el término de resistencia máxima manual, definida como la mayor resistencia aplicada a una contracción isotónica que debe ser adaptada a la fuerza del paciente y debe permitir el movimiento en todo su recorrido. La resistencia debe ser manual por su capacidad de adaptación al segmento a movilizar y de «guiar» el movimiento del paciente; además nos permite graduar la resistencia en todo el recorrido del segmento realizado por el paciente. Por supuesto, irá en relación al estado neuromuscular del paciente, puesto que si éste tiene, por ejemplo, un brazo muy espástico o demasiado hipotónico, cambiaremos el objetivo y tratamiento de dicho método.

En FNP hay que tener en cuenta el concepto irradiación muscular o desbordamiento de energía. Me explico, una contracción de un músculo o grupo muscular potente estimula, por desbordamiento de energía, a un músculo o grupo muscular más débil. Dentro del mismo patrón de movimiento ésta irradiación se propaga de la parte proximal a la distal de los miembros, y para ello:
1.- El fisioterapeuta colocará las manos en oposición a la dirección del movimiento deseado.
2.- Las articulaciones se situarán en una posición facilitadora que permita el uso de un potencial de fuerza máximo.
3.- Se aplicará los estímulos de estiramiento correctos.
4.- También utilizaremos la co-contracción de los músculos antagonistas para guiar el movimiento y dar tono a músculos más débiles.


Los medios facilitadores se utilizan para dar al paciente mayor cantidad de información y así ejecutar el movimiento con corrección (estimulación específica de vías aferentes). Éstos son a través de diferentes receptores:
- Contactos manuales: La posición de las manos del fisioterapeuta es determinante para facilitar el ejercicio.Este contacto debe ser direccional resistido en todos los ejercicios y quedan prohibidas las presas en abrazadera o circulares que darán una información multidireccional ambigua al paciente.
- Estímulos verbales: Son las órdenes que vamos a dar al paciente y deben de ser muy claras y sencillas, muy precisas y breves. Las palabras más usuales son “empuje” como orden cuando queremos que el paciente aleje el segmento movilizado de su cuerpo y “tire” cuando queremos que lo acerque a él. “Sostén” cuando vaya a realizar una contracción isométrica y “relaje” o “suelte” cuando queremos que relaje un determinado segmento.
Es importante utilizar las mismas órdenes para realizar el mismo desplazamiento y en
el momento oportuno, ni de manera prematura que hace que el paciente se sienta mal y que el fisioterapeuta pierda el control del movimiento, ni de manera tardía, que hace que la respuesta disminuya, sobre todo si estamos realizando una puesta en tensión con estiramiento.
- Estímulos visuales: El paciente debe seguir con la mirada el segmento durante todo el recorrido de un patrón cinético, porque la percepción visual del desplazamiento en el espacio de un segmento del cuerpo facilita la realización del mismo.
- Estímulos posicionales: La posición decúbito supino facilita la actividad de los músculos del plano ventral; la posición en decúbito lateral, la de los músculos del plano contralateral o para trabajar el tronco. Si desequilibramos la cabeza en cualquier posición se origina una reacción de reequilibración que puede convertirse en un excelente medio de facilitación del ejercicio.
- Estímulos propioceptivos articulares: Todos los ejercicios se inician en una posición extrema de las articulaciones en un patrón cinético. Así damos información, a través de los receptores propioceptivos intraarticulares de la cápsula articular y de los ligamentos, de cuál es la postura en el momento de partida y a su vez la posición final que es diametralmente opuesta.
La articulación es sensible a los procesos de coaptación, asociados siempre a patrones de apertura. Su utilidad, sobre todo, reside en la estimulación de reflejos posturales favoreciendo el equilibrio sentado y en bipedestación. También la articulación es sensible a procesos de tracción o decoaptación, relacionados con patrones cinéticos de cierre. Es útil realizar una tracción sí queremos favorecer el movimiento, realizar movimientos no dolorosos y en casos de debilidad extrema. El fisioterapeuta puede, a la hora de realizar un patrón cinético producir un
componente de coaptación y de tracción o decoaptación.
- Estímulos musculares: La FNP se basa en la realización de una resistencia máxima, lo cual permite una activación de alto nivel en toda la cadena muscular interesada, por ello si utilizamos el reflejo de estiramiento al principio del ejercicio para situar los husos neuromusculares en estiramiento máximo y así facilitar el desencadenamiento de la contracción pero la brevedad de este reflejo obliga a realizar al mismo tiempo el estiramiento y el comienzo del ejercicio resistido.

- Reflejos inhibitorios: Se utilizan algunos reflejos inhibitorios cuando existe espasticidad o cuando los grupos musculares tienen una contractura refleja debida al dolor.
Éstos serían el estiramiento prolongado, que permite disminuir progresivamente la espasticidad. La inervación recíproca, que es un reflejo según el cual mientras un agonista se contrae el antagonista se relaja. El fenómeno de inducción sucesiva, que es la aparición de un reflejo secundario al reflejo de inervación recíproca.
Así, con la contracción de un grupo muscular se observa la relajación de los antagonistas a la que sigue un aumento de tensión de éstos.

La técnica de FNP realiza dos tipos de trabajo; el trabajo estático, que se utilizan sobre todo con fin estabilizador e irá dirigido a la fibra roja muscular tónica, con el objetivo de reeducar la musculatura del tronco, cintura escapular y cintura pélvica. Y el trabajo dinámico, con fin movilizador y dirigida a la fibra muscular blanca. Éste trabajo será concéntrico y se realizará en las extremidades, tanto superiores como inferiores.
Si nos centramos en ésta última, la dinámica, se plantean y establecen unos objetivos, como el refuerzo muscular, mejorar la coordinación, establecer una correcta estabilización articular además de ganar su amplitud.

Cada uno de los miembros realiza dos desplazamientos, éstos serán de forma espiroidea y se denominan diagonales. Y cada una de estas diagonales se pueden realizar en los dos sentidos, poniendo en juego músculos antagonistas entre sí. Por tanto, a partir de dos diagonales es posible utilizar cuatro esquemas de movimiento.
Extremidad superior
Extremidad inferior

En estos esquemas de movimiento las articulaciones distales participan en el movimiento pero las intermedias no (codo o rodilla), parten en extensión y quedan así hasta el final.
Además, estos esquemas se realizan alrededor de una articulación llamada pívot que será el hombro en el miembro superior y la cadera en inferior. En cada patrón de movimiento interviene una cadena muscular determinada que el fisioterapeuta debe conocer si quiere actuar sobre un músculo en particular o sobre varios que intervengan en esta cadena. El conocimiento de todas las cadenas musculares permitirá dirigirse al músculo débil a partir de diferentes patrones de movimiento.
Hay que destacar, que todos los movimientos que realizará el paciente serán activos, además de guiados, supervisados y estimulados por el fisioterapeuta que debe hacer correctamente de "instructor" y saber desplazarse al unísono junto con el movimiento realizado por el paciente. Por ello, el profesional debe realizar una correcta higiene postural, las dos tomas específicas de cada diagonal para poder estimular y dirigirla adecuadamente y finalmente saber moverse por el espacio para no entorpecer la extremidad del paciente. Vamos, que tiene su miga...
Para realizar una movilización de las articulaciones intermedias (codo o rodilla) utilizaremos los patrones quebrados. De cada diagonal obtenemos dos patrones quebrados, uno que integra la articulación intermedia flexionándola y otro extendiéndola.
También podemos trabajar las articulaciones distales mediante un trabajo dinámico,
manteniendo el resto de las articulaciones fijas realizando un trabajo estático.

Una vez asimilamos dichas diagonales como procedimiento base, se puede trabajar de varias maneras dichos movimientos, como por ejemplo:
- El trabajo bilateral de diagonales, donde se pueden ejecutar dos diagonales idénticas al mismo tiempo en los dos lados del cuerpo, realizando un trabajo bilateral simétrico.
Si realizamos dos diagonales diferentes que se desplazan en el mismo sentido,
realizamos un trabajo bilateral asimétrico.
Las diagonales bilaterales y recíprocas son las que hacen trabajar los esquemas
antagonistas.
Si un miembro realiza la diagonal de A (posición inicial, miembro superior) a B (posición final, miembro superior) y el otro miembro realiza la diagonal de B a A, entonces se trata de una diagonal bilateral simétrica y recíproca. Si un miembro realiza la diagonal de A a B y el otro miembro realiza la diagonal de D (posición final, miembro inferior) a C (posición inicial, miembro inferior)al mismo tiempo, realizaremos un trabajo con diagonales bilaterales asimétricas y recíprocas.
- La reeducación de la musculatura del tronco:
Aprovechando los patrones de movimiento de los miembros, tanto superiores como inferiores, para facilitar la acción de los músculos del tronco. Generalmente se utilizan patrones bilaterales, tanto de forma simétrica como asimétrica y también la combinación de un patrón del Miembro Superior con otro del Miembro Inferior.
La utilización de esta técnica está especialmente indicada en pacientes con mucho tiempo de evolución encamados o en pacientes que su patología requiere permanecer en una postura concreta (por ejemplo en parapléjicos en fase aguda).
Patrones específicos del tronco, con solicitaciones directas sobre las caderas o los hombros o bien trabajando directamente los músculos del cuello y la cabeza. Sólo existe una diagonal en la cabeza que combina los movimientos de rotación, flexión e inclinación del mismo lado hacia la postura inversa en el término del patrón. A partir del cuello y cabeza podemos alcanzar fácilmente, por irradiación, la
musculatura del tronco.
Reeducación del paciente desde posición supina a bipedestación
La técnica de FNP también se utiliza para reeducar al paciente en este tránsito, de estar encamado a bipedestación y marcha. Para ello trabajaremos en un principio en colchoneta continuando con posiciones concretas, hasta alcanzar la bipedestación.
La secuencia postural a seguir es la siguiente:
1.-Trabajo en decúbito supino. 2.-Paso de decúbito supino a decúbito prono. Para
lograr este paso hay que trabajar también en decúbito lateral para disociar cintura escapular de cintura pélvica. 3.-Incorporación a codos y rodillas. Es una posición cuadrúpeda con apoyo de codos y antebrazos en colchoneta. 4.-Estimulación para conseguir la postura de sentado.
5.-Incorporación a la posición cuadrúpeda con apoyo de manos. 6.-Estimulación del
gateo. 7.-Incorporación de rodillas. 8.-Marcha de rodillas. 9.-Posición del “caballero sirviente”. Colocando una rodilla apoyada en la colchoneta y el pie contrario apoyado
también. 10.-Posición en bipedestación. 11.-Estimulación de la marcha. 12.- Estimulación de las actividades de la vida diaria (subir rampas, escaleras, etc.).

La postura más estable para realizar las diagonales es en decúbito supino, y es ésta la que se puede utilizar en todos los pacientes. Pero esta posición original puede modificarse, así trabajaremos en decúbito contralateral para realizar estabilizaciones laterales lo que facilita a la musculatura lateral su funcionamiento.
También podemos realizar las diagonales de miembros superiores con el paciente sentado, permitiendo la realización del patrón en una postura más funcional, o con el paciente en bipedestación, facilitando así el ejercicio de estabilización del tronco, coordinación y equilibrio a la vez.

Por último, podemos jugar con el tipo de contracción muscular dependiendo de como queramos incidir sobre el sistema nervioso y muscular, planteándonos diferentes objetivos individualizados una vez mejorado el estado general del paciente:

Contracciones repetidas: Se realiza un esfuerzo repetido en una sola dirección ejecutado en cualquier punto del recorrido del movimiento que se desee. En esta técnica se realiza una contracción isotónica tras una contracción isométrica inicial, aumentando progresivamente la resistencia al patrón. Se utiliza para aumentar el recorrido articular del patrón agonista y para mejorar la resistencia, coordinación y fuerza de dicho patrón.

Iniciación rítmica: En principio se le pide al paciente una relajación voluntaria seguida de una contracción isotónica asistida continuando con una contracción isotónica resistida. Esta técnica es empleada para mejorar el momento de inicio del movimiento del paciente. Se utiliza en pacientes espásticos o que no tienen la capacidad para iniciar el movimiento como los afectados por enfermedad de Parkinson. (con el objetivo de iniciar el movimiento y desencadenar el automatismo).

Inversiones lentas: Se incluyen dentro de las técnicas de inversión de antagonistas basadas en los principios de inducción sucesiva de Sherrington. Se realiza primero una contracción del patrón antagonista con una resistencia máxima, y a continuación una contracción isotónica del patrón agonista. La secuencia se repite para acrecentar la respuesta. Se practica para restituir la inversión normal de los antagonistas y desarrollar la coordinación entre ambos patrones. También se utiliza para ampliar el balance articular.

Inversión lenta y sostén: Se realiza primero una contracción isotónica del patrón antagonista, seguida de una contracción isométrica del antagonista. A continuación pedimos una contracción isotónica del patrón agonista realizando al final una contracción isométrica del patrón agonista. Repetiremos la secuencia para aumentar la respuesta. Esta técnica se utiliza para los mismos casos que en las inversiones lentas, desarrollando la capacidad para efectuar contracciones isométricas y como función principal buscar la estabilidad articular proximal para realizar una acción distal.

Inversión rápida: Se realizará una contracción isotónica del patrón antagonista y cerca del recorrido acortado se realiza una inversión rápida (en todo el recorrido articular), pidiendo a continuación una contracción isométrica con resistencia máxima del patrón agonista. La utilizaremos para aumentar la amplitud articular y como refuerzo muscular.

Estabilización rítmica: En un determinado punto del recorrido articular del patrón del movimiento realizamos una contracción isométrica del patrón agonista y seguidamente una contracción isométrica del patrón antagonista sin realizar recorrido articular. La utilidad de esta técnica la encontramos en la estabilización de la musculatura de la cintura y zona proximal del miembro. También en las ocasiones en las que el movimiento activo no se permite o es imposible por dolor.

Contracción-Relajación: Esta técnica realiza una contracción isotónica del patrón antagonista permitiendo completar el recorrido de movimiento en rotación con una resistencia máxima. Seguidamente pedimos al paciente una relajación y continuaremos pasivamente la dirección del patrón. Conseguiremos así una relajación del patrón espástico y un aumento de la amplitud articular.

Sostén-Relajación: Realizamos esta técnica en cualquier punto del patrón donde se presente una limitación como consecuencia del dolor y de espasmo muscular. La técnica consiste en realizar una contracción isométrica del patrón antagonista seguida de una relajación para continuar con un movimiento activo libre del patrón agonista. Así obtendremos una relajación de la musculatura agonista tras relajar la antagonista. Se utiliza para aumentar la amplitud articular en estados donde se permite la realización de un movimiento resistido.

Inversión lenta, sostén y relajación: Esta técnica también se realiza en el punto exacto del recorrido de movimiento donde existe una limitación. Consiste en realizar primero una contracción isotónica del patrón antagonista, seguida de una contracción isométrica del mismo patrón, a continuación se le pide al paciente una relajación breve continuada con una contracción isotónica del patrón agonista. Repetiremos este movimiento para obtener un refuerzo de la técnica. Pretendemos obtener una relajación del patrón antagonista permitiendo un aumento del recorrido articular. También sirve para estimular el patrón agonista y así obtener una mejor coordinación entre patrón agonista y antagonista.

Espero que os haya servido, ya sabéis que el método Kabat no es solo la realización de dichas diagonales, sino que existen varias técnicas con diferentes objetivos de rehabilitación.

Algunos estudios y libros de interés:
1.- Comparison of Muscle Activation Levels During Arm Abduction in the Plane of the Scapula vs. Proprioceptive Neuromuscular Facilitation Upper Extremity Patterns.
2.- 
A prophylactic effect of proprioceptive neuromuscular facilitation (PNF) stretching on symptoms of muscle damage induced by eccentric exercise of the wrist extensors.
3.- Effect of proprioceptive neuromuscular facilitation on the gait of patients with hemiplegia of long and short duration.
4.- Techniques to improve function of the arm and hand in chronic hemiplegia.
5.- El método Kabat: Facilitación neuromuscular propioceptiva
6.- Estiramientos facilitados: estiramientos y fortalecimiento con facilitación neuromuscular propioceptiva.